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Obras da Carne x Fruto do Espírito

Saiba exatamente a semântica das palavras e termos mencionados em Gálatas 6, bem como a importantíssima diferença entre obras da carne e fruto do espírito.

Acredito que esse é um dos ensinamentos mais diretos da bíblia - e também decisivo na vida de uma pessoa - pois diz respeito à nossa conduta, integridade, caráter, santidade (...). 

Entendo também que está  totalmente relacionado à nossa salvação, pois envolve nossas escolhas e o modo como temos vivido o evangelho.  

Quem me conhece sabe que eu bato direto nessa tecla rs... Leia, reflita e deixe o Espírito Santo de Deus ministrar ao seu coração, assim como tem falado ao meu!

“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: caridade (amor), gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.” Gl 5.19-23

Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do cristão cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de cristãos, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.

OBRAS DA CARNE:

“Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de Deus (5.21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o cristão trava através do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-14; ver Gl 5.17).

As obras da carne (5.19-21) incluem:

(1) “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.

(2) “Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).

(3) “Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).

(4) “Idolatria” (gr. eidololatria), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra (Cl 3.5).

(5) “Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria (Êx 7.11,22; 8.18; Ap 9.21; 18.23).

(6) “Inimizades” (gr. echthra), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas.

(7) “Porfias” (gr. eris), i.e., brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 1.11; 3.3).

(8) “Emulações” (gr. zelos), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3).

(9) “Iras” (gr. thumos), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8).

(10) “Pelejas” (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17).

(11) “Dissensões” (gr. dichostasia), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus (Rm 16.17).

(12) “Heresias” (gr. hairesis), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1Co 11.19).

(13) “Invejas” (gr. fthonos), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos.

(14) “Homicídios” (gr. phonos), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas.

(15) “Bebedices” (gr. methe), i.e., descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante.

(16) “Glutonarias” (gr. komos), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes.

As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz 
cristão em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do
reino de Deus, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9).

O FRUTO DO ESPÍRITO: 

Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no cristão à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o cristão) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus (ver Rm 8.5-14 nota; 8.14 nota; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9).

O fruto do Espírito inclui:

(1) “Caridade” (amor) (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).

(2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14).

(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o 
cristão e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20).

(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1).

(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3).

(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13).

(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).

(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).

(9) “Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).

O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O cristão pode - e realmente deve - praticar essas virtudes continuamente, pois colherá bons frutos e será abençoado!

O que pode ser sua pior derrota pode, na verdade, ser sua melhor e maior vitória!

Anotações de uma Pregação:

Transformando a Adversidade em Benção 
(texto base: Daniel 6)

Cova – ápice de um problema impossível.

Leão – problema que não temos como dominar, inimigos maiores que nós.


QUANDO VOCÊ NÃO ESTÁ PREPARADO, VOCÊ:
 
1 – PODE SER DEVORADO POR ALGO QUE PODERIA DERROTAR.
2 – PODE SOFRER MAIS QUANDO UMA ADVERSIDADE CHEGAR.
3 – PODE SUPERDIMENSIONAR O PROBLEMA.
5 – PODE PERDER O CONTROLE DA SITUAÇÃO.

PREPARAÇÃO DE DANIEL
1 - Daniel antes da cova

- Dn 6:5 - Estava preparado.- Dn 6:10 - Orava três vezes ao dia.
- Dn 6:10 - Dava sempre graças a Deus - e reconhecia a soberania Dele em sua vida.
- Obedecia o seu Deus - até os inimigos reconheciam que ele era cumpridor da Palavra (LOGO, comece a exercer a Palavra de Deus).
- Tinha comunhão profunda e permanente com Deus. Relacionava-se com o Senhor e era constante nisso.
- Colocava os seus problemas diante do Pai.


2 - Daniel na cova


- Era amicíssimo do rei. Ensinamento: não adianta ser amigo de ninguém importante.
- Não tinha controle sobre os leões e a cova estava cerrada por uma pedra.- Não tinha como se livrar da tribulação.- A pedra foi selada com uma sentença (não pense que a tribulação vai acabar em meio minuto, pois ela tem um tempo).

A PREPARAÇÃO QUE DANIEL TEVE MOSTROU QUE:

Daniel 6:3 "e ele mostrou logo que era mais competente do que os outros ministros e governadores. Ele tinha tanta capacidade, que o rei pensou em colocá-lo como a mais alta autoridade do reino".


1) Havia nele um espírito excelente (presença de Deus).

2) Era corajoso, pois dominava e enfrentava o medo (note que não é ausência de medo, mas sim um controle sobre ele).

Daniel soube do edito do rei e foi orar a respeito. Quando foram buscá-lo, foi encontrado orando, levado sem resistência, jogado na cova dos leões e mesmo assim não perdeu o equilíbrio!

3) Sua preparação produziu fé em Deus. Quando foi tirado da cova, não havia nenhum dano físico (Dn 6.23).
(Parênteses... Em Marcos 5, encontramos a história de Jairo. Seus amigos o avisaram que sua filha estava morta. E Jesus disse: Jairo não olhe para as circunstâncias, crê somente.
Aqui Jesus nos ensina a sair fora de gente incrédula que não crê no poder do Senhor, para estimular nossa fé e nos ajudar a conquistar vitória).

PALAVRA PARA VOCÊ!

- Está chegando o tempo de você sair da cova, o tempo de Deus tirar você desse lugar de adversidade.


- Às vezes Deus não nos livra do problema, mas sim nos livra no problema, para que Ele seja glorificado em nossa vida (...), para que possamos amadurecer (...), ter um caráter moldado (...) etc.

- Deus permite determinadas situações para que O possamos conhecer mais (e também para que os nossos inimigos sejam derrotados).

O que pode ser sua pior derrota pode, na
 verdade, ser sua melhor e maior vitória!

O Amor Veio a Nós!

O Bambu Chinês



Depois de plantada a semente do bambu chinês não se vê nada por aproximadamente cinco anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo.

Durante cinco anos todo seu crescimento é subterrâneo e invisível a olho nu, ao passo que uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros. 


Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você  trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento e, às vezes, não vê nada por semanas, meses ou até mesmo anos.

Entretanto, se tiver paciência e disciplina para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu tempo certo chegará e com ele virão mudanças que você jamais esperava.

O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos e sonhos que, alinhados à vontade de Deus, são bençãos para nossas vidas. 

Lembre-se de que é preciso muita ousadia para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita profundidade para agarrar-se ao chão!

A Conduta de Alguns a Respeito de Jesus




Muitas vezes esquecemos quem é realmente Jesus e O procuramos apenas quando precisamos. Antes de pedir, deveríamos primeiramente agradecer pelo que Ele fez por nós.
João 3:16 - Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Pense hoje neste vídeo e reflita como você está levando a sua vida. Será que ela está agradando a Deus ou você O busca simplesmente para satisfazer seus desejos pessoais e egoístas?

Que sua motivação seja adorá-Lo pelo que Ele é, e não pelo que Ele pode te dar, pois as bençãos são uma consequência do caminhar com Cristo!

Esculturas de Deus!

A preciosidade da criação é dom de Deus e são mistérios do coração do nosso Senhor. Homem e mulher, somos imagem e semelhança Dele.

O nosso Deus é aquele que está presente em todos os momentos da nossa vida. Um Deus incansável, que nos ama, cura, transforma, liberta e sempre derrama bençãos sobre nós. Sua bondade  é inesgotável!

Ele não se cansa, nunca para e sempre contempla a beleza do que fez, nós! Porém, quando desobedecemos e pecamos atingimos seu coração. Logo, a vida do cristão é um constante converter-se. É mortificar sua carne diariamente, viver e andar por fé!

Os 3 Crivos


Conta a história que, muitos anos atrás, foi construído e muito bem equipado um hospital missionário em determinada região carente de Deus e de bens materiais. Embora houvesse muitos doentes naquele lugar, nenhum deles aparecia para submeter-se a qualquer cuidado médico. O problema é que os inimigos do evangelho tinham espalhado a notícia de que os doentes que entrassem ali não sairiam com vida.

Certa manhã um dos médicos viu um cachorrinho com uma perna quebrada e o levou ao hospital para ser socorrido. Internado, o cãozinho foi bem tratado e tudo correu bem, pois logo ficou completamente curado.

A notícia logo se espalhou e aqueles que antes tinham deixado influenciar-se pelos boatos caluniosos começaram a pensar: “Ora, um médico que foi tão bom apenas cuidando da saúde de um animal, não o será também para conosco?”.

Não demorou muito e os doentes começaram a aparecer para serem tratados. O melhor de tudo, porém, é que quando saíam só falavam bem do hospital, assim como dos médicos, das enfermeiras e de toda equipe. E assim levavam uma semente do evangelho, o que ainda é mais importante do que a saúde.

Com essa pequena história espero que possamos aprender que, antes de dar alguma notícia a respeito de alguém ou de alguma coisa, veja primeiro se o ocorrido passa por estes três crivos:


1. Você tem certeza de que os fatos são verdadeiros?
2. Ainda que o sejam, será uma benção contá-los?
3. Além do mais, é necessário que sejam divulgados?

Caso não passe por essas três provas, nenhum comentário a respeito de alguém ou de alguma coisa jamais deverá ser feito por qualquer filho de Deus, a menos que ele queira cair na condenação do diabo, o pai da mentira, da calúnia e das difamações. E lembre-se de que o crente difamador é um servo de Deus a serviço do diabo. Não é sem motivo que a Escritura os condena severamente:

"... O difamador separa os maiores amigos". Pv 16.28.
"Irmãos, não faleis mal uns dos outros...". 1Pe 3.10, 11.
"Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo? O que não difama com
 sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho..." Sl 15.1-3


Somos responsáveis não apenas por nossos atos, mas também por nossas palavras. Parece evidente, mas o fato é que nem sempre damos a devida atenção ao que parece óbvio. Envolver-se em fofocas, repassar informações sem conferí-las e dar corda a boatos é uma tentação a qual todos estamos expostos. O problema é que não há nada de inocente nisso e é pecado – sem falar que é assim que comprometemos a reputação dos outros e também a nossa.
 História original: 
"Um dia, quando Sócrates, o filósofo, conversava com seus discípulos em Atenas, um homem aproximou-se e, puxando-o pelo braço, lhe disse: - Precisamos conversar em   particular. Tenho uma coisa urgente para lhe contar. Sócrates respondeu: - Espere um pouco. Você já passou isso que vai me dizer pelos três crivos? - Como assim? Que crivos? – Espantou-se o homem. - O primeiro é o crivo da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é verdade? - Certeza não tenho, mas muita gente está falando, então... - Bem, se não passou pelo crivo da verdade, deve ter passado pelo da bondade. O que você está prestes a me dizer é algo bom, não? O homem hesitou. - Bom não é. Muito pelo contrário. - Se talvez não seja verdade, e com certeza não é bom, resta o terceiro crivo. Há alguma utilidade no que você quer me contar? O homem pensou um pouco. - Não sei bem, acho que não... - Neste caso, se sua história não é verdadeira, nem boa, nem útil, não perca seu tempo contando-a, pois nenhum proveito pode-se tirar dela -, disse o filósofo, encerrando a conversa."
para  pensar: "a fofoca é a rádio do diabo..."

Informação x Formação

Vivemos em uma época que as pessoas têm uma enorme dificuldade de lidar com o tempo. Hoje, os serviços prestados que mais crescem são aqueles que atendem de imediato às necessidades dos indivíduos.

A sociedade tornou-se imediatista, passa o tempo lutando contra o tempo, quer para ontem e consegue esperar somente até hoje.

Essa cultura pós-moderna gerou sujeitos que não querem ter que esperar, e, infelizmente, isso acontece também quando o assunto é conhecimento.

O Google oferece uma resposta rápida a todas as perguntas pesquisadas e isso não gera mais formadores de opinião, mas sim “transmissores de opinião”.

Perguntas como “Quem é Jesus de Nazaré?” já receberam aproximadamente 1.130.000 consultas no Google. Isso é preocupante, pois as informações do Google são de fontes diferentes, algumas boas, porém, outras ruins e capazes de produzir incredulidade. Para um site espírita, por exemplo, Jesus é um espírito evoluído; já para um site budista, Jesus é o iluminado. Ou seja, há muitas informações por aí que contradizem a palavra de Deus.

A melhor forma de buscar resposta para uma pergunta como essa é examinando as escrituras. Fora da Bíblia não existe resposta suficiente para responder quem é Jesus de Nazaré.

Assim como nós fazemos hoje tantas perguntas, Jesus também fazia!

A primeira pergunta feita por Jesus foi dirigida aos seus pais carnais, quando sua mãe lhe disse: “Filho, por que você fez isto?”.

Ele então responde fazendo duas perguntas: “Por que vocês estavam me procurando?”; “Não sabiam que eu devia estar na casa de meu Pai?”.

Os evangelhos também registram a última pergunta feita por Jesus, a qual foi feita antes de sua morte. Essa foi dirigida ao seu Pai soberano “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”.

Jesus foi referido por alguns comentaristas do Evangelho de Marcos, como “o grande interrogador”, aquele que faz perguntas.

A didática de Jesus em seus ensinamentos apresenta uma das ferramentas mais importantes para o ensino, que é a arte de fazer perguntas.

Esse método também é conhecido como Socrático, uma prática muito famosa exercida pelo filósofo Sócrates, que consiste em gerar idéias complexas a partir de perguntas simples, fazendo com que o ouvinte chegue por seu próprio raciocínio ao conhecimento ou à solução de sua dúvida.

Uma forma de explorar a mente humana é questionando-a. As perguntas confrontam o pré-conhecimento e ajuda as pessoas a chegarem às suas próprias conclusões, gerando assim mentes pensantes.

Jesus nos quatro evangelhos recebeu aproximadamente 183 consultas (perguntas). Se todas essas perguntas fossem feita ao Google, todas teriam uma resposta rápida, porém nenhuma delas teriam respostas profundas. Das 183 perguntas feitas a Jesus, apenas 3 Ele respondeu diretamente (igual ao Google). As demais respondeu com parábola, silêncio e muitas outras vezes com outra pergunta.

Jesus não queria dar respostas rápidas como o Google. Ele  queria que a pessoa pensasse pelo menos no que está perguntando (o que não acontece no Google). Ele queria também que a pessoa se dedicasse e trabalhasse na construção de sua própria resposta.

Nós não devemos buscar apenas uma informação superficial, pois calam nossas dúvidas de forma muito rápida. Precisamos de formação. A informação - Google - nos satisfaz, porém a formação nos capacita!
A. Correa

O Aprendiz

Um sábio conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com agilidade enquanto o rapaz escorrega e cai a todo instante.

O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar seu mestre.

Depois de uma longa caminhada, sem nada dizer, o sábio dá meia volta e começa a viagem de volta.

- Você não me ensinou nada hoje, diz o aprendiz logo após levar mais um tombo.

- Ensinei sim, mas parece que você não quer aprender, responde o sábio. Estou tentando lhe ensinar como se lida com os erros da vida.

- E como se lida com eles?

- Como deveria lidar com seus tombos, responde o sábio. Em vez de ficar praguejando o tempo todo, procure descobrir o que está te fazendo escorregar e cair.

Estamos em constante aprendizado! Deus nos ensina a todo instante e em especial em nossas fraquezas, onde erramos. Precisamos estar com os ouvidos e olhos espirituais atentos para ouvir Seus ensinamentos e não agirmos da forma que esse aprendiz da ilustração age, que é só abrir a boca para reclamar e murmurar. 

Nossos erros tem que funcionar como degraus para
nossos acertos e não como covas para ficarmos enterrado!

Que estejamos atentos para os ensinamentos do Senhor e que procuremos melhorar sempre. Tudo vai dar certo, em nome de Jesus!

O Banquinho

Existe um banquinho que ilustra bem como funciona um relacionamento.

Ele tem três pernas que o sustentam e o nome delas é:

1. Amizade
2. Romance
3. Espírito

Este banquinho dificilmente ficará de pé por muito tempo se uma destas pernas estiver menor que a outra.

1. Amizade

Você pode ser muito espiritual e romântico, você sempre ora com ela e dá presentes bonitos. Mas vocês mal conversam, mal tem intimidade para falar nada com nada e se divertirem com nada muito especial. A amizade entre um homem e uma mulher que se amam é fundamental para sustentar o relacionamento.

A paixão idealista gera frustrações, mas “o amigo ama em todo o tempo.” (Provérbios 17:17)

2. Romance

Você pode ter uma grande amiga do teu lado, que ora contigo e tudo mais, porém poucas vezes vocês tem momentos em que sentem uma química especial, como se aquela pessoa fosse a mais especial no mundo inteiro. Deus criou o mundo tão belo, com tantos detalhes e presentes para que nós o amássemos. Da mesma forma, o romance é fundamental para que haja um relacionamento entre o homem e a mulher.

“O meu amado pôs a sua mão pela fresta da porta, 
e as minhas entranhas estremeceram por amor dele.” (Cânticos 5:4)

3. Espírito

Somos feitos de corpo, alma e espírito. Você pode amar sua mulher com uma paixão que parece eterna e ela pode ser a melhor companhia que você já teve em toda sua vida. Mas se vocês não desenvolverem um relacionamento espiritual, há grandes chances de tudo dar errado um dia, sem explicações.

“Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. 
Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade.” (Ecl. 4:12)

Se Deus for o centro do seu relacionamento, Ele sustentará o amor, pois Deus é amor.

Busque sempre direcionar seu relacionamento para Deus, porque assim ele se firmará no amor mais puro e sincero que existe e não será rompido com as tempestades da vida.

Para refletir...

Outono!


Pense,Respire. Sorria. Chore. Grite. Sinta raiva. Perdoe. RECONCILIE! Sonhe, mas sonhe alto, não tenha medo. Ame, mas ame muito! Erre. Aprenda. Cante sem se importar se sua voz é bonita ou feia. Dance, mesmo se não sabe dançar. Tente, mesmo se nunca fez. Faça amigos. Dê muita risada, alegre-se. Assista um filme de amor e se emocione. Aproveite, abrace quem você gosta e não sinta vergonha de dizer o quanto aquela pessoa é importante para você. E quando tudo parecer não dar certo, CONFIE. Você tem alguém que conhece seus anseios, alguém que está disposto a fazer tudo por você, você tem um Deus! Então viva e esqueça os medos e toda a dor!

Carpe Diem!

Teologia Hot Pocket


Hoje, em meio a tanta correria em nossa vida "urbanóide", é de praxe recorrermos ao microondas para prepararmos nossas refeições como Hot Pocket e Nissin Miojo. Realmente são comidas práticas e baratas, porém todas são cheias de química, inúmeros conservantes e levam em sua composição o temível e cancerígeno glutamato monossódico, maaaas... quem pensa nisso na hora de comprar? Na hora da fome o que vale é a satisfação imediata. A promessa de refeição em 1, 3, 5 minutos (5 minutos diga-se de passagem que é uma demora incontável...) definitivamente fala mais alto. Nós compramos, “cozinhamos” (?) e comemos. Que delícia!

Infelizmente isso tem sido o reflexo de muitas igrejas "/ Com a promessa de satisfação imediata, de bençãos instantâneas, de vitória financeira e emagrecimentos miraculosos, os fabricantes do Hot Pocket da Fé abarrotam as gôndolas do mercado religioso com seus pacotes coloridos, porém altamente nocivos para a nossa saúde espiritual. O pior é que o consumidor não está nem aí para o fato do alimento ser intoxicante, provocar gases e até mesmo infecção intestinal nas crianças. Ele quer mesmo o prazer imediato. E então se farta do instantâneo! O pior de tudo é que, assim como eu, o consumidor do Hot Pocket da Fé nunca sai da mesa satisfeito. Hot Pocket, Miojo são até gostosos, mas não satisfazem.

Querido amigo não caia na onda do Hot Pocket da Fé. A propaganda é bacana, a promessa é interessante, mas assim como o verdadeiro Hot Pocket, o Hot Pocket da fé também deixa a desejar. Alimente-se da genuína palavra de Deus e não se iluda com esse evangelho barato que promete carrões, casas e dinheiro fácil, pois isso é fria. Nunca vi anjo jogando mala de dinheiro do céu pra ninguém. Diga não ao Hot Pocket da Fé! O pacote pode até ser bonito, mas o conteúdo não é compatível com a sua fome e necessidade real, que é Cristo te transformando e sua carne sendo mortificada dia após dia.

Somente Deus pode suprir as suas necessidades existenciais. Só o verdadeiro evangelho de Cristo possui todas as vitaminas, proteínas e carboidratos que você precisa para crescer forte e saudável. Se sua alma está faminta não saia por aí em busca de qualquer porcaria. Alimente-se do evangelho: só ele pode saciar a fome da sua alma!


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